Hannah Clara Santos vence o “Terceiro Prémio Escolar Couto Viana”

A ESM juntou, aos muitos prémios conquistados ao longo do ano letivo, mais um, alcançado no “Terceiro Prémio Escolar António Manuel Couto Viana”.O concurso, promovido pela Biblioteca Municipal, em parceria...


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Inscrição para Exames

"Uma vez que não foram ainda divulgadas as pautas das classificações finais de 11º e 12º (e provavelmente não o serão antes da 1ª fase de exames), todos os...


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De nós para nós: criando nós

O projeto «De nós para nós: criando nós» consiste numa série de pequenos vídeos (entre 1 a 2 minutos), onde alunos desta escola explicam conteúdos gramaticais, dão resposta a questões...


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Antigos Alunos

Tertúlia com Narciso Miranda e João Rocha

João Manuel Rocha da Silva

Presidente da Câmara Municipal de Serpa

 

Nasce em Perre, Viana do Castelo, no dia 06 de Novembro de 1950, filho de João Rodrigues Lopes da Silva e de Maria Helena de Araújo Rocha.

É engenheiro mecânico.

Professor efectivo da Escola Secundária de Serpa.

Em 1979 é eleito Presidente da Câmara de Serpa, no distrito de Beja, e sucessivamente reeleito, nas listas da CDU, até ao presente.

João Rocha é reconhecido por ter instaurado as infra-estruturas básicas que lançaram Serpa no desenvolvimento.

Uma das suas grandes apostas é a dinamização cultural. Em 2007 Serpa foi um dos cinco municípios portugueses a participar no Primeiro Encontro da Rede internacional de Municípios pela Cultura, realizado no Brasil.

Foi Presidente do Conselho de Administração da Associação de Municípios do Distrito de Beja, do CCRA (Comissão de Coordenação da Região Alentejo), do MARD/Movimento Alentejo pela Regionalização, Vogal do Conselho Directivo do CEFA (Fundação para os Estudos e Formação Autárquica), membro do Conselho Directivo da ANMP (Associação Nacional de Municípios Portugueses), Presidente da Assembleia Geral da EDAB/ Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja, do Movimento BAAL 21 (em defesa do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral) e da enREDE – Rede Internacional de Municípios pela Cultura.

Actualmente é Vogal do Conselho Executivo da AMBAAL - Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral; Vice-presidente do Conselho Executivo da CIMBAL - Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, integrada pelos municípios de Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Barrancos, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Ourique, Serpa, Vidigueira; Presidente do Conselho de Administração da ResiAlentejo – Tratamento e Valorização de Resíduos, E.I.M.; Presidente do Conselho Executivo da AMALGA - Associação de Municípios Alentejanos para a Gestão do Ambiente; Presidente do Conselho de Administração da SERPOBRA, SA (Programa Municipal de Reabilitação do Parque Habitacional do Centro Histórico de Serpa).

Entre outros, foram atribuídos a si ou ao município a que preside, os seguintes prémios e reconhecimentos:

Concurso Nacional Cidades e Vilas floridas – 2ª lugar para Serpa (promovido pela Direcção Geral de Turismo) - 1995 e 1º lugar em 1996

Concurso Europeu Cidades e Vilas Floridas – medalha de bronze em 2007

Prémio A Cidade mais Limpa - 1996

Eleito “Autarca do Ano” em 2007 (prémio atribuído pelo Rádio Clube Português e jornal Destak)

Elevação de Serpa a cidade em 2003

Prémio Melhor Autarquia no Desporto Escolar – 2009

Jardim Público de Serpa –2º melhor jardim a nível nacional - 2009

Prémio Melhor Autarca – revista Mais Alentejo - 2010

Prémio 2º Melhor Município para se Viver – INTEC/SOL 2010 (Instituto de Tecnologia Comportamental/Semanário Sol)

Seleccionada para Quadro de Referência para Cidades Sustentáveis

Conjunto Portas de Beja Aqueduto e Nora em Serpa – seleccionado no Concurso As Sete Maravilhas do Alentejo – Jornal Margem Sul – 2010

Classificação do Centro Histórico de Serpa como Imóvel de Interesse Público - 2011

Principais projectos a decorrer no município:

Candidatura de Serpa à Rede de Cidades Criativas, da UNESCO

Candidatura do Cante Alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade, da UNESCO

Musibéria – Centro de Músicas e Danças do Mundo Ibérico

Casa do Cante

Museu do Humor e do Absurdo

Serpa, Cidade Equestre

Serpa, Comunidade Sustentável

Pacto de Autarcas para o Ambiente – Plano de Acção

Foi, ainda, Presidente do Conselho de Administração da SUL TV ( 2006-2010).

É sócio fundador da Confraria do Cante Alentejano.

É adepto do Benfica. Gosta de cinema e leitura, de jogar futebol e conviver com amigos.

José Narciso Rodrigues de Miranda

 

Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos

Nasce em Barroselas, Viana do Castelo, no dia 30 de Julho de 1949, filho de João de Deus Ramos de Miranda e de Rosa do Espírito Santo Rodrigues da Torre.

Chega aos 15 anos a S. Mamede de Infesta e passa depois pelo Padrão da Légua, Senhora da Hora e Matosinhos, cidade onde, actualmente, reside.

O seu empenho e interesse pelas causas cívicas e motivações políticas desenvolve-se ao longo dos quatro anos de cumprimento do serviço militar (dois dos quais em Angola) e consolida-se na curta, mas enriquecedora, experiência profissional no Gabinete de Estudos e Métodos da EFACEC.

Em Dezembro de 1976 integra a lista do PS à Câmara Municipal de Matosinhos, desempenhando até às eleições seguintes a função de Vereador.

Nas eleições autárquicas seguintes, em 1979, é eleito Presidente da Câmara. Tem, então, 30 anos.

É reeleito com maiorias absolutas sucessivamente reforçadas, até 2001, tendo terminado o seu mandato em 2005.

Na vertente cultural, o seu exercício das funções autárquicas caracterizou-se por privilegiar a iniciativa dos munícipes, com resultados entre os quais se podem salientar os seguintes:

- Encomenda de partituras originais - e respectiva primeira audição em concerto - a grandes compositores portugueses, como Lopes Graça, Jorge Peixinho, Carlos Azevedo, Cândido Lima e outros. Matosinhos tornou-se a Câmara do país com maior riqueza em manuscritos musicais contemporâneos;

- Concertos mensais e muitas vezes quinzenais no salão nobre da Câmara, por grandes intérpretes portugueses e estrangeiros;

- Actividade editorial de obras de autores matosinhenses ou sobre Matosinhos;

- Ciclos de conferências, com regularidade e muita projecção: sobre António Nobre, Fernando Pessoa, Natália Correia, Primeira República, etc.;

- Encomenda de estatuária para diversos locais requalificados de Matosinhos: António Nobre, Florbela Espanca, Augusto Gomes, Óscar da Silva;

- Realização e inauguração da biblioteca Florbela Espanca / Centro Municipal de Cultura;

- Restauro da Casa Museu da Quinta de Santiago, para instalação do espólio do pintor Augusto Gomes.

Durante cerca de um ano, interrompe as funções de Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos para, em 1999, aceitar o convite do Eng. António Guterres e integrar o Governo, exercendo o cargo de Secretário de Estado da Administração Marítima e Portuária.

Fundador da A.N.M.P. (Associação Nacional de Municípios Portugueses), nela desempenha as funções de Vice-Presidente do Conselho Directivo, sendo, ainda, membro da delegação portuguesa do Comité das Regiões no Conselho da União Europeia.

Eleito Deputado à Assembleia da República em várias Eleições Legislativas, nunca chega a assumir tais funções, optando sempre por dar prossecução ao trabalho encetado como Presidente de Câmara da terra que há muito o seduziu e cativou.

Do seu vasto curriculum político, consta ainda a sua integração na lista de candidatos do PS às primeiras eleições para o Parlamento Europeu.

Pertenceu ao Conselho Directivo presidido pelo Prof. Doutor Barbosa de Melo, do C.E.F.A. (Centro de Estudos e Formação Autárquica).

Ao longo da sua carreira política ao serviço de Matosinhos, são-lhe atribuídos, por instituições diversas, vários títulos e categorias honoríficas. Especial importância assume a atribuição pelo Presidente da República Ramalho Eanes, do título de Comendador, através da Comenda de Honra, Grau de Comendador Infante D. Henrique, na sequência de proposta do Governo presidido por Pinto Balsemão. Recebeu, também, a Comenda António Lisboa, da Cidade Congonhas do Campo, Estado Minas Gerais, Brasil, e o título de Cidadão Honorário da Carolina do Sul, EUA.

 

Carlos Fernandes Branco Morais

 

Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo

 

Nasce em Areosa, Viana do Castelo, no dia 24 de Fevereiro de 1944, filho de Carlos Branco da Costa Morais e de Elvira Fernandes Moreira.

Frequenta o ensino primário em Areosa, o ciclo preparatório e o curso geral de comércio na Escola Industrial e Comercial de Viana do Castelo, o curso de contabilista no Instituto Comercial do Porto, a licenciatura em Economia na Faculdade de Economia da Universidade do Porto e o mestrado em Informática de Gestão na Universidade do Minho.

Até aos 15 anos, idade com que ingressa no Instituto Comercial do Porto, nos tempos livres e nas férias escolares trabalha na agricultura e na recolha de algas marinhas em Areosa.

Durante os dois primeiros anos da licenciatura em Economia, é bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

Em 1964, com 20 anos de idade, inicia a carreira de professor do ensino técnico profissional (Economia e Contabilidade) na Escola Industrial e Comercial de Viana do Castelo, ainda instalada no palácio Rego Barreto, hoje sede do Instituto Politécnico. Nesse mesmo ano, assiste, como professor, ao acto inaugural das novas instalações da Escola.

De 1971 a 1975, cumpre o serviço militar obrigatório em Angola, como oficial de Artilharia, exercendo aí também funções docentes, promovendo a escolarização de muitos soldados angolanos, alguns dos quais desempenham hoje importantes funções.

Regressado de Angola, em 1975, é professor na Escola Industrial e Comercial de Barcelos, durante um ano, e depois professor de Economia da Escola Secundária de Monserrate, até 1980.

De 1980 a 1986, é destacado, mediante concurso público, como orientador pedagógico de Economia, Direito e Sociologia, no Norte de Portugal e na Região Autónoma dos Açores.

Em 1986, é nomeado presidente da comissão instaladora da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima e, por inerência, vogal da comissão instaladora do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, cargos a que está vinculado até à sua aposentação.

Interrompe o exercício destas funções, de princípios de 1990 a princípios de 1994, para exercer, em comissão de serviço, a presidência da Câmara Municipal de Viana do Castelo, para que é eleito, como independente, em lista do Partido Social Democrata.

Em fins de 1994, cessa funções de presidente da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima e vogal do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, por se aposentar da função pública.

Desde então, economista em regime liberal, vive em Espanha (2000-2002) e na Suíça (2002-2007).

A par da sua carreira profissional, intervém activamente na vida social e cultural, como autor de livros e artigos, coordenador de publicações e dirigente associativo.

A intervenção social e cultural começa quando, com apenas 18 anos de idade, assume as funções de responsável pela biblioteca fixa nº 36 da Fundação Calouste Gulbenkian, sedeada em Areosa, que exerce durante dois anos. Depois, é o primeiro director do Grupo Etnográfico de Areosa (1966-1970), fundador e dirigente do Centro de Estudos Regionais (1978-1994), membro do Conselho Distrital (1979-1989) e do Conselho Cultural da Universidade do Minho (1987-1994) e presidente do Conselho Geral do Hospital Distrital de Viana do Castelo (1991-1995).

De 1977 a 1994, em cerca de meia centena de edições e reimpressões, são publicados mais de 100 mil exemplares de livros da sua autoria: “Organização e Métodos”, “Introdução à Economia”, “Organização e Administração de Empresas”, “Relações Públicas” e “Introdução à Actividade Económica”, editados pela Livraria Figueirinhas, Porto/Lisboa.

Nos últimos anos, dedica-se à investigação histórica, sobretudo das duas primeiras décadas do século XX, em Portugal e na Espanha.

 

Manuel Lucínio Pires de Araújo

 

Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo

 

Nasce em Meixedo, Viana do Castelo, no dia 14 de Outubro de 1933, filho de Manuel José de Araújo e de Maria do Carmo da Costa Pires.

Faz os estudos primários na Escola de Meixedo até à 3ª classe e, nela tendo vagado o lugar de professor, conclui a 4ª classe na vizinha freguesia de Lanheses.

Em 1946 ingressa na Escola Industrial e Comercial Nun’Álvares e, terminado o curso comercial em 1950, passa a frequentar a Escola Oliveira Martins, no Porto, para fazer algumas disciplinas que não são leccionadas em Viana e para se habilitar com o curso preparatório de admissão ao Instituto Comercial, estabelecimento este onde estuda até 1954.

Entre Setembro de 1954 e Fevereiro de 1956 cumpre o serviço militar obrigatório.

Findo o mesmo, fixa estadia na cidade de Lisboa trabalhando como contabilista numa empresa de obras públicas.

Em 1958 contrai casamento e nesse mesmo ano entra para o Diário de Noticias, na categoria de 3º escriturário, sucessivamente passando para 2º e 1º escriturário até chefe de secção, momento a partir do qual, avaliadas as fracas hipóteses de evolução oferecidas pelo jornal no quadro das suas ambições, entende ser oportuno mudar de rumo e, continuando em Lisboa, ingressa numa empresa de construção civil.

Nesta empresa, que chega a ter 3000 trabalhadores, exerce as funções de técnico oficial de contas (com inscrição que ainda hoje mantém na respectiva Ordem), e chefia os serviços administrativos.

A sua competência profissional como gestor é reconhecida pela entidade patronal, de tal modo que é decidido transformar a sociedade por quotas em sociedade anónima, sendo-lhe oferecida participação como accionista e sendo promovido a administrador, função que exerce na data de 25 de Abril de 1974 e que não é possível manter no quadro das transformações sociais e políticas que se seguem.

Regressa então à sua terra natal, Meixedo, onde se empenha no desenvolvimento da microempresa paterna, transformando-a numa fábrica de mobiliário com um efectivo de 80 trabalhadores especializados no fabrico de estantes em kit, maioritariamente destinadas à exportação.

Em 1976 é contactado por dirigentes locais do PSD, entre os quais o conhecido fundador do Museu do Ouro em Viana do Castelo, Dr. Manuel Freitas, sendo convidado a integrar a lista de candidatura às primeiras eleições democráticas para a Câmara Municipal. Em resultado, torna-se vereador substituto do presidente eleito, o seu grande amigo António Alves da Cunha.

No mandato seguinte, de 1980/1982, dada a indisponibilidade de António Cunha, concorre como cabeça de lista e ganha a Presidência da Câmara. Em Agosto de 1981 é inaugurada a Ponte de Lanheses, a segunda sobre o rio Lima no concelho de Viana, velha aspiração das populações da Ribeira Lima, para cuja concretização contribuiu com o parecer final da autarquia no respectivo processo.

Terminado o mandato, pensa dedicar-se por inteiro às suas ocupações profissionais. No entanto, este propósito não vem a ser cumprido, dado que, cedendo novamente a solicitações partidárias, se candidata à Junta de Freguesia e é eleito Presidente, cargo que desempenha no período de 1983/1985 e ao qual se segue, nas autárquicas de 1985, a reeleição para a Presidência da Câmara, desta vez com maioria absoluta.

Já perto do final deste último mandato, circunstâncias várias levam a uma deliberação da Câmara no sentido da sua saída, deliberação que, no entanto, vem mais tarde a ser julgada ilegal e anulada por sentença do Supremo Tribunal Administrativo.

Presidiu à Sessão Solene de Abertura das comemorações do Centenário da Escola Secundária de Monserrate em Junho de 1988.

 

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